Após o presidente Jair Bolsonaro (PL) anunciar que a concessão dos reajustes salariais deve ser feita apenas em 2023, a greve dos servidores perdeu sua força. O anúncio de seu fim foi feito no mesmo dia, pelos servidores do Tesouro Nacional e da Controladoria Geral da União (CGU).
Representante da duas categorias, o presidente do Unacon Sindical, Bráulio Cerqueira, afirmou que por uma imposição legal, o calendário eleitoral trava a recomposição das perdas para 1,2 milhão de servidores civis federais.
“Em seis meses de campanha, não foi instalada uma mesa negocial no âmbito do Ministério da Economia.”, reclamou Rudinei Marques, presidente do Fórum Nacional das Carreiras Típicas de Estado (Fonacate).









